26 de jan de 2015

Livros sobre o filme "Casablanca"

Essa semana terminei a leitura do livro Casablanca - A criação de uma obra-prima involuntária do cinema, escrito por Renzo Mora e será lançado em março desse ano pela Editora Estronho.

Chamada para o lançamento

Em Casablanca - A criação de uma obra-prima involuntária do cinema conheci muitas curiosidades além do filme.

O texto de Mora é leve e traz pontos divertidos, como esse:
"Vincent Price foi testemunha de outro clássico criado pelo inglês de Curtiz, nos bastidores The Private Lives of Elizabeth and Essex, 1939, quando um assistente demorou a trazer seu refrigerante: 'Na próxima vez que eu precisar de um filho da puta idiota trazer uma Coca-Cola, vou eu mesmo'".

Além de toda a história, ali descobri o livro As time goes by - Um romance de Casablanca.
1998 – Com autorização da Warner, dona dos personagens, o autor Michael Walsh lança o livro As Time Goes By: um romance de Casablanca, sobre o que houve antes e depois dos eventos narrados no filme Casablanca. Em seu livro, Walsh decidiu que Rick é um ex-gangster de East Harlem procurado pela lei, cujo nome real é Yitzik Baline. Tendo o Harlem como fundo, o livro explica porque Sam, seu melhor amigo, é um homem negro e a razão para Rick não poder voltar para Nova York. E a missão de Laszlo deve ser o assassinato do nazista Reinhard Hydrich em Praga, o ato mais significativo da resistência tcheca durante a Segunda Guerra Mundial.

Claro que, como uma leitora curiosa, corri em busca do meu exemplar de As time goes by - Um romance de Casablanca, e encontrei num sebo em Curitiba, PR, por R$12, em ótimo estado - acabei ganhando do meu pai. 



Na foto, ao lado da obra citada está outro livro que já tinha em casa e faz parte da coleção Folha Apresenta, onde fala rapidamente sobre o filme, o diretor e os personagens. Na última capa traz um envelope com o DVD de Casablanca. Uma edição muito bonita.

Então não deixe de conferir o livro Casablanca - A criação de uma obra-prima involuntária do cinema, um livro para curiosos - assim como eu - e fãs.

E não esqueça! Lançamento em março na coleção Cinema Estronho da Editora Estronho, que tem vários títulos massa! Ah, e o livro vem com um conjunto de cards lindos e colecionáveis!

12 de jan de 2015

Notas Fantásticas!

Ótima oportunidade para que as crianças se divirtam e aprendam com o grupo Vigor Mortis!


Informações pelo telefone (41) 3013-5070.

7 de jan de 2015

As possíveis leituras do primeiro semestre de 2015

Me adiantei e fiz parte da minha meta de leitura para o primeiro semestre de 2015.

E por que tanta pressa, tia Celly?

Simples! Esses são livros de dois desafios que participo: Desafio Literário Skoob 2015 e TBR Book Jar.

Desejo ler muitos outros títulos entre os escolhidos. Espero conseguir ler esses livros, pois minha mente é bastante sapeca e gosta de sabotar as escolhas.


1. Frankenstein, as muitas faces de um monstro. Adoro o livro da Mary Shelley e esse estudo feito pela Susan Tyler Hitchcock é bastante aprofundado.
2. Os três viajantes, de Thiago Tizzot, livro escolhido para o Clube do Livro Fantástico de Curitiba, PR, sem contar que sou fã do autor.
3. Casa de segredos, de Chris Columbus e Ned Vizzini, me chamou a atenção pela capa, história e pela indicação da Rowling.
4. Mausoléu. Sou fã do autor Duda Falcão. Admiro muito seu trabalho na literatura e para ela, no caso com o evento Odisseia de literatura fantástica em Porto Alegre, RS.
5. Pinóquio, de Carlo Collodi, esse livro já me chama há muito tempo.
6. O circo mecânico Tresaulti, de Genevieve Valentini, leitura para o Desafio Literário Skoob 2015.
7. O livro dos prazeres proibidos, Federico Andahazi, uma pessoa querida, que conheci na Feira do Livro de Porto Alegre, em 2013, e tive a honra de ser transformada em personagem em seu conto para a antologia Tu Frankenstein II, que também participei! Quero ler O livro dos prazeres proibidos há bastante tempo, então chegou a hora! Para o Desafio Literário.
8. Os Goonies, James Kahn, porque é um clássico e uma edição muito bonita. Na verdade eu assistia ao filme quando pequena, mas não lembro nada. Para o Desafio Literário.
9. Asa de sereia, Luís Henrique Pellanda, autor aqui de Curitiba. Divertidíssimo ouvi-lo falar de como começou a escrever. Para o Desafio Literário.
10. Dolci di amor, é um título do Livro Viajante do Skoob.
11. Queria que você estivesse aqui, Francesc Miralles. Adorei ler O melhor lugar do mundo é aqui, assim, mais um para a lista.
12. Silenciosa algazarra, de Ana Maria Machado, fala sobre livros e isso me encanta.
13. O Hobbit, J. R. R. Tolkien, é para o Desafio Literário.
14. O agente secreto, de Joseph Conrad, foi sorteado pelo TBR Book Jar. Faz tempo que tenho essa obra, desde 23 de junho de 2008, mais precisamente. Sei disso porque anoto a data no livro e também o valor, paguei R$4 num sebo.
15. O chamado do Cuco, Robert Galbraith, bem, ainda não li nenhum dos livros adultos da tia Jo, então vamos lá! E antes dos comentários, não tenho nenhum preconceito por ela não escrever mais só no mundo de Harry Potter, não li por falta de oportunidade ou vontade no momento. Para o Desafio Literário.
16. Estou louca para ler O pintassilgo, Donna Tartt, foi uma troca que fiz no sebo, então vai para a lista. Para o Desafio Literário.

Ótimas leituras!

6 de jan de 2015

Meu jarro de leituras

Olá, foufos!

Esse ano resolvi brincar com as leituras e participar de alguns desafios. O primeiro é o Desafio Literário Skoob 2015. O segundo é o TBR Book Jar - confesso que tentei uma vez há alguns anos, quando nem sabia que havia essa brincadeira com um nome, e não consegui seguir -, esse desafio foi proposto por uma amiga do Livro Viajante do Skoob.

Peguei a descrição divulgada nesse grupo:

O TBR é uma abreviação da frase em inglês To Be Read, que em português é a nossa famosa Lista Para Ler, e as palavras book e jar significam, respectivamente, livro e jarro. Assim, em resumo, TBR Book Jar quer dizer, basicamente, Jarro de Livros Para Ler.

A ideia é colocar em um jarro/pote/caixa o nome de todos os livros que tem em casa para ler. Vai sorteando e lendo.

Atenção!
  1. Não coloque livros que você gostaria de ler, mas ainda não tem na sua estante;
  2. Não coloque os livros emprestados e que amigos tenham;
  3. Livros com prazo de leitura não devem ser colocados (como no meu caso, os livros do Desafio Literário Skoob 2015 não estão aqui);
  4. Se comprou mais livros, coloque o nome no jarro;
  5. Se sortear um livro, é este livro que você lerá (nada de trocar de tirinha até aparecer o que você quer ler, é trapaça e não precisaria participar para isso).
Então esse é o meu jarro:


Peguei papéis coloridos - porque, por mais incrível que pareça, adoro cores! E um pote bem bonito. Tudo como incentivo.

Como tenho muitos livros, não coloquei o nome de todos aí dentro - precisaria de muito tempo para escrever. Desse modo, adicionei apenas os livros que quero ler há muito e estão lá na estante esperando esse dia chegar.

Assim, com a mão coçando e torcendo para sair um título interessante para o momento, sorteei o primeiro e saiu...

Os papeis se acomodaram no jarro e parece que tem menos - quem me dera fosse assim.
O livro que falta na coleção Fantasia e Aventura é o volume 4 e corresponde a Pinóquio, que estou lendo.

Quem leu O menino que perdeu a magia vai identificar na hora o sobrenome do autor.

Quando terminar o primeiro do Desafio Literário Skoob 2015 - o escolhido foi O circo mecânico Tresaulti, de Genevieve Valentini -, vou para O agente secreto, de Joseph Conrad. Faz tempo que tenho essa obra, desde 23 de junho de 2008, mais precisamente. Sei disso porque anoto a data no livro e também o valor, paguei R$4 num sebo.

Sinopse:

O Agente secreto tem por personagem central um espião de embaixadas estrangeiras em Londres, e também da polícia inglesa, cujo ofício era infiltrar-se no movimento revolucionário local a fim de fornecer informações e provocar atos terroristas que justificassem uma repressão mais violenta aos trabalhadores. Sua ação culmina com uma tentativa de fazer explodir o Observatório de Greenwich, que até hoje baliza as horas do planeta e que era, naquele início do Século XX, o símbolo da sociedade mais poderosa do mundo. Com esse tema Joseph Conrad aplica seu talento e sua aguda percepção do espírito humano para penetrar no mundo torpe de governantes, policiais e espiões que, há séculos e em quase toda parte, usa o terror como instrumento de ação do Estado, eventualmente servindo-se da colaboração involuntária de revolucionários honestos, mas ingênuos ou malucos. 

E aí, aceitam o desafio?

Ótimas leituras!