27 de mar. de 2010

I Concurso de Mini-Contos do blog Masmorra do Terror

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O blog Masmorra do Terror, administrado por Lino França Jr., promove seu primeiro concurso de mini-contos.


>>> Clique na imagem e saiba como participar <<<

23 de mar. de 2010

Sorteio de livros na Livraria Outubro!

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Sempre é bom ganhar livros, então a Livraria Outrubro está com dois sorteios:

Clique nos banners e veja como participar.

Boa sorte e ótimas leituras!!!







20 de mar. de 2010

Resenha: Joana d'Arc - Mark Twain

Reminiscências pessoais de Joana d’Arc pelo Senhor Louis de Conte
(seu Pajem e Secretário)

Esta magnífica obra de Mark Twain, pseudônimo de Samuel Langhorne Clemens (1835-1910), levou doze anos de pesquisas para ser concluída, adorada pelo autor, ignorada por muitos.

“Prefiro Joana d’Arc a qualquer outro de meus livros, e ela é, de fato, minha melhor obra”, escreveu em sua Autobiografia.

A vida de Joana d’Arc (1412-1431) foi fantástica. Quando menina vivia em Domrémy, livre e feliz, apesar de bastante pobre, e foi lá que recebeu as mensagens de Deus, perto de uma árvore, num bosque próximo de sua casa, dizia para que fosse e libertasse a França dos ingleses. Ela ouvia vozes e tinha visões. A maioria desacreditou daquela criança, achavam que estava louca, e foi tida como bruxa.

Depois de tudo o que passou, a guerra, as pessoas desacreditando de sua palavra para cumprir o que Deus havia mandado, foi enganada pela elite da Igreja, que a prendeu e a fez assinar papéis dizendo ser para a sua liberdade, porém, como Joana não sabia ler, assinou sua confissão. Confissão de que era herege. Nem mesmo a Igreja acreditou que Deus falava com ela! Deus não falaria com uma criança pobre. Por isso, foi queimada na fogueira, por ser considerada bruxa.

Mas a ironia fica por conta da Igreja, novamente, que anos depois a canonizou. Tirou-a do Inferno e elevou ao Céu. Trinta de maio é o dia de Joana d’Arc.

A história de Joana d’Arc é fascinante! Neste livro, ela é contada por seu Pajem e Secretário Louis de Conte. Mark Twain mais uma vez escreveu uma obra maravilhosa.

Infelizmente este livro é pouco conhecido, e por isso, pouco valorizado. Recomendado para fãs de Mark Twain e/ou Joana d’Arc, fiéis ou simplesmente para leitores de boas histórias e biografias.

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Tradução e prefácio de: Maria Alice Máximo
Editora: Record
ISBN: 8501054283
Ano: 2001 / 2ª edição
Páginas: 472
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Mais resenhas de Mark Twain: O príncipe e mendigo, O estranho misterioso.

18 de mar. de 2010

Dica de leitura: O livro perdido das Bruxas de Salem - Katherine Howe

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"Uma leitura diabolicamente saborosa" - San Francisco Chronicle

"Uma história de bruxas que vai encantar você" - USA Today

Connie Goodwin queria que 1991 fosse um ano exclusivamente dedicado aos estudos para sua dissertação de mestrado em Harvard. No entanto, por insistência de sua mãe, acaba indo para o interior do condado de Essex cuidar da reforma da casa da avó. Assim que se estabelece no antigo casarão, começa um mergulho inevitável no passado daquele lugar e fica especialmente interessada pela figura de Deliverance Dane, uma mulher reconhecida em sua época por curar doentes, receitando remédios e poções.

É no condado de Essex que fica a famosa cidade Salem, palco dos históricos julgamentos de 1692, quando mais de 150 pessoas foram presas e acusadas de bruxaria e mais de vinte condenadas à forca. O episódio, considerado um dos mais infames da história dos Estados Unidos, ficou marcado como um triste exemplo de histeria coletiva, disseminada por uma comunidade em busca de vingança.

A pesquisa acadêmica sobre esse período e a busca pessoal de Connie por detalhes da vida de Deliverance Dane se cruzam ao longo de O Livro Perdido das Bruxas de Salem. Em certo momento, Connie tem certeza da existência de um "livro perdido" que guardaria os segredos da misteriosa personagem. Seriam remédios? Feitiços? A solução desse enigma é o grande impulso da história do livro, que investiga até onde pode ir o preconceito de uma sociedade contra alguns dos seus membros. "No período anterior à Revolução Científica, a conexão entre fé, saúde e ciência era bem escorregadia", acrescenta Katherine.

Embora seja descendente de Elizabeth Howe, enforcada como bruxa em 1692, e de Elizabeth Proctor, que escapou da execução por estar grávida na época e é personagem da peça "As Bruxas de Salem", de Arthur Miller, a autora conta que a ideia do livro só surgiu em 2005, quando ela se mudou para Marblehead, cidade vizinha a Salem: "Para muitas pessoas, descobrir uma conexão familiar é um modo de personalizar um período da historia que, de outro modo, seria muito remoto e difícil de acessar. No meu caso, sempre fui naturalmente interessada em aprender como era o dia a dia nos Estados Unidos daquela época. Como as pessoas se sentiam vivendo naquele mundo? Como era pensar sendo um puritano? Acho que o episódio de Salem pertence a todos os cidadãos americanos, e cada um de nós tem muito a aprender com ele."

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Editora: Suma de Letras
ISBN: 8560280529
Ano: 2010
Páginas: 357

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