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30 de dez. de 2015

Lista de livros da Matilda, de Roald Dahl

A Matilda é uma das minhas personagens favoritas. Ela é inteligente, adora ler e tem poderes!



Desde pequena, Matilda lê muito e um dia descobre que pode emprestar livros na biblioteca. Então para não perder tempo vamos logo à lista de leituras dessa simpática personagem:
  1. Nicholas Nickleby, de Charles Dickens
  2. Oliver Twist, de Charles Dickens
  3. Jane Eyre, de Charlotte Brontë
  4. Orgulho e preconceito, de Jane Austen
  5. Tess, de Thomas Hardy
  6. Kim, de Rudyard Kipling
  7. O homem invisível, de H. G. Wells
  8. O velho e o mar, de Ernest Hemingway
  9. O som e a fúria, de William Faulkner
  10. As vinhas da ira, de John Steinbeck
  11. Os bons companheiros, de J. B. Priestley
  12. O condenado, de Graham Greene
  13. A revolução dos bichos, de George Orwell
  14. Grandes esperanças, de Charles Dickens
  15. O jardim secreto, de Frances Hodgson Burnett
Além desses títulos, a menina também leu muitos outros. 

"Viajou pelo mundo todo, sentada em seu quartinho, numa cidadezinha inglesa."

Já fiz resenha do livro Matilda, de Roald Dahl. Adoro a forma como o autor escreve, ele não subestima a inteligência das crianças, ao contrário, as desafia sempre mais. E tem outros livros que resenhei desse autor fantástico, e você pode conferir clicando aqui.

E gosto tanto dessa menina sapeca que até fiz uma tatuagem. A foto está lá no meu Instagram

Li alguns dos títulos (Orgulho e preconceitoO velho e o marA revolução dos bichos O jardim secreto) e pretendo ler todos. Então que tal o desafio de colocar uns dos livros lidos pela Matilda na sua lista de leituras de 2016? Já coloquei na minha lista Grandes esperançasOliver Twist e As vinhas da ira.

Nos encontramos por aí. Ótimas leituras e feliz ano novo!

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19 de abr. de 2014

Resenha: O BGA - O Bom Gigante Amigo - Roald Dahl

Livro emprestado da Biblioteca Pública do Paraná

Mais um livro do mestre Roald Dahl (1916-1990). Ele sabe escrever e conversar com as crianças - de todas as idades, eu tenho 30! É fantástico ler histórias que nos fazem pensar, nos fazem sorrir e querer pegar mais obras do autor. Leio e releio, uma atrás da outra e nunca me canso. É mágico.

O BGA - O Bom Gigante Amigo (Editora 34, 288 páginas, R$36) é desses livros que nos encantam. Essa é a história do gigante bom, que sopra sonhos para as pessoas. Os gigantes não aparecem para as pessoas, mas um dia ele é visto pela pequena Sofia, que mora num orfanato. Então o BGA a leva para a Terra dos Gigantes, para escondê-la.

Na Terra dos Gigantes, Sofia descobre que o gigante na verdade nem é tão grande assim, ele sofre por ser o menor de todos. E ainda é desprezado pelos outros por ser vegetariano, quando todos adoram comer "serumano" - assim mesmo, eles têm um vocabulário ímpar -, o BGA prefere ficar com as horríveis "nabobrinhas".

Assim o BGA, que não gosta muito de ser contrariado, e Sofia, uma menina bastante curiosa e inteligente, passam por aventuras e medos. Logo os dois descobrem a amizade. E também de repente ficam sabendo de um plano terrível dos outros gigantes, então acabam por envolver até mesmo a Rainha da Inglaterra para dar um jeito de frustrar o intento dos maus.

É um livro de leitura rápida. Flui como todas as obras do genial Roald Dahl. A escrita é simples, e esse é o ingrediente especial do autor, que sabe usar muito bem. Suas histórias geralmente são cheias de desafios, vitórias para quem age bem e consequência para os maus.

E essa é mais uma parceria com o ilustrador Quentin Blake, que sempre consegue completar as histórias de forma fantástica. Bem, eu adoro o seu traço.

Então mais um livro recomendado.

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Editora: Editora 34
ISBN: 8573261293
Ano: 1999
Páginas: 288
Ilustrações: Quentin Blake
Tradutor: Angela Mariani
Skoob
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Leia também
+ Resenha: O Remédio Maravilhoso de Jorge - Roald Dahl
+ Resenha: Matilda - Roald Dahl
+ Os dez direitos do leitor, por Daniel Pennac e ilustrações de Quentin Blake

13 de fev. de 2013

Resenha: O Remédio Maravilhoso de Jorge – Roald Dahl

Roald Dahl (1916 - 1990) é um autor fantástico! Escreve para todos os públicos de forma simples, sem se perder nos detalhes que às vezes não são importantes.

Li em poucas horas O Remédio Maravilhoso de Jorge (Editora 34, 228 páginas), que conta a história sobre um dia em que a mãe do menino precisa sair e o deixa cuidando da avó. A mãe faz várias recomendações e principalmente fala para que ele não se esqueça de dar o remédio a ela.

Acontece que a avó de Jorge é muito, muito rabugenta. Tanto que até lembra uma bruxa, daquelas bem cruéis.

Então Jorge se lembra do remédio e para o que remédios normalmente servem: deixar as pessoas melhores! Por isso resolve trocar o receitado pelo médico e dar à avó um que ele mesmo criaria. Vai até o banheiro, onde a mãe guarda seus remédios, e coloca dentro de uma panela tudo o que encontra por ali. Tudo mesmo, até creme dental e esmalte de unhas! Ficará incrível!

Enquanto isso a avó pergunta se o neto não tinha perdido a hora de dar o seu remédio. E Jorge corre para lá e para cá em busca de mais e mais ingredientes que pode colocar em sua fórmula e fazer a avó ser uma pessoa melhor.

Um pouco de detergente superbranco para máquinas de lavar automáticas, graxa marrom, quem sabe. No depósito encontra outros materiais e seu preparo vai se tornando cada vez mais rico e a panela cada vez mais pesada.

Quase tudo pronto, só falta ferver enquanto a avó reclama, suspeitando que ele estivesse a aprontar algo. Imagina! Jorge só quer vê-la melhor.

Ao dar o remédio à avó, percebe que a reação não foi a esperada! Imagine sua avó de repente, ali no meio da sala, crescendo e crescendo bem na sua frente, atravessando o telhado! Bem, algo deu muito errado – ou muito certo – no invento do menino.

Roald Dahl, autor de Matilda, A Fantástica Fábrica de Chocolate, As Bruxas, entre muitos outros títulos, é um dos meus escritores favoritos, e em O Remédio Maravilhoso de Jorge mostra que nada é absurdo em literatura. Tudo pode acontecer nas histórias. Inclusive a avó tomar uma mistura que o neto faz e acaba por ficar gigante. Essa é a liberdade que a escrita proporciona. É o exagero fantástico sobre a visão infantil. Jorge queria o bem da avó, ele a amava, mas ela não era uma boa pessoa, então porque não tentar torná-la melhor ao invés de abandoná-la? Leia e divirta-se.

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Editora: Editora 34
ISBN: 8585490675
Ano: 1995
Páginas: 128
Ilustrações: Quentin Blake
Tradutor: Angela Mariani

24 de jan. de 2012

Resenha: Matilda – Roald Dahl

Uma menina de cinco anos que já leu muitos dos maiores clássicos é possível?

Pois ela existe e foi criada por um dos grandes autores de literatura infantojuvenil, Roald Dahl (1916-1990) – que escreveu também as obras A Fantástica Fábrica de Chocolate, Charlie e O Grande Elevador De Vidro, Os Minpins, entre outros –, afinal, todos os personagens estão vivos!

Matilda (Editora Martins Fontes, 255 páginas, R$39,70) era essa grande leitora, calma e com pais que a desprezavam. Sempre ficava sozinha em casa, aprendeu a ler logo cedo.

“Aos três anos, Matilda já tinha aprendido a ler, sozinha, observando os jornais e revistas que encontrava pela casa. Com quatro anos já conseguia ler rápida e corretamente e começou, naturalmente, a se interessar avidamente por livros”.

Mas como não tinha nenhum em casa, e os pais se recusavam a gastar dinheiro com algo desnecessário, numa das tardes em que a mãe foi para o bingo, o pai para seu negócio escuso de venda de carros e o irmão simplesmente saiu, resolveu ir à biblioteca. A atendente, senhora Felps, estranhou a pequena menina ir sozinha, mas a ajudou. E em pouco tempo Matilda havia lido todos os livros da seção infantil. Então a atendente apresentou outros títulos, vários clássicos. A menina, apesar de não entender tudo o que lia, pois algumas palavras ainda não estavam em seu vocabulário, leu grandes clássicos, como:
Oliver Twist, de Charles Dickens
Orgulho e preconceito, de Jane Austen
O velho e o mar, de Ernest Hemingway
A revolução dos bichos, de George Orwell

Este é um livro para adultos e crianças, sem a visão de que elas não podem ler certas passagens, ou ter medo, medir palavras. Crianças são muito inteligentes e Roald Dahl era um autor que sabia muito bem disso.

Quando Matilda enfim foi para a escola, encontrou a querida professora, Srta. Mel e a odiosa diretora, Sra. Taurino, que pegava as crianças pelas tranças ou pelas orelhas e as arremessava pela janela. Mas os leitores sabem que é tudo uma brincadeira, é uma história e tem que ser levada assim, pequenos e grandes têm que aprender que literatura infantojuvenil não é se limitar a escrever textos fofos e sem conteúdo. Neste há a questão social, dos pais que não cuidam da menina, a deixam sozinha enquanto saem para seus afazeres, geralmente nada bons, não se importam com sua educação, em suas vidas os livros são dispensáveis, o que importa mesmo é a televisão, todos devem se reunir em frente ao aparelho para jantar, esse é o sagrado momento da família.

Matilda lia e muito, tinha conhecimento, todas as crianças têm curiosidade, vontade de aprender a ler e escrever. A menina da história pode ser um exagero, mas exageros são ótimos em literatura, a liberdade do autor de fazer uma criança de cinco anos ler Hemingway, Orwell e Dickens e gostar é sensacional, quantos adultos já leram esses autores?

O livro foi adaptado para o cinema em 1996, dirigido por Danny DeVito, que também atuou como pai da protagonista.

Matilda é uma leitura rápida, com muitas ilustrações bacanas em preto e branco, assinadas por Quentin Blake, que enriquecem o texto, e também há várias citações de livros e autores. Divirta-se com esta bela criação de Roald Dahl. Leia e se encante com essa menina leitora.

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Edição: 3
Editora: Martins Fontes
Tradução de: Cecília Camargo Bartalotti
Ilustrações de: Quentin Blake
ISBN: 8533610149
Ano: 1999
Páginas: 255
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Sobre o autor
Roald Dahl, escritor britânico nascido no País de Gales, em 1916, atingiu notoriedade na década de 1940 com obras tanto para adultos quanto para crianças, e se tornou um dos escritores mais vendidos no mundo. É conhecido principalmente por seus livros infantis, entre os quais figuram Matilda, As bruxas e A fantástica fábrica de chocolate.

28 de out. de 2009

Dica de leitura - As bruxas - Roald Dahl

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Bruxa de verdade nem parece bruxa.

E aí está o perigo.

Como é que a gente vai saber quem é bruxa e quem não é?

Pois este livro conta a história de um menino que, de tanto se meter em encrenca com bruxas, acabou especialista no assunto.

Agora é a sua vez. Leia esta história fantástica de Roald Dahl e aprenda a se defender das bruxas que encontrar pela vida afora.




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Editora:
Martins Fontes
Autor:
ROALD DAHL
ISBN:
9788533624399
Ano:
1995
Edição:
1
Número de páginas:
216
Tradução de: Jefferson Luiz Camargo
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Roald Dahl é autor de A Fantástica Fábrica de Chocolate, Matilda, Charlie e o Grande Elevador de Vidro...
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